Análise de Risco

A Análise de Risco pode ser classificada em duas vertentes: Risco Sistemático e Risco Não Sistemático. Abaixo veremos como cada uma pode influenciar a análise de seus investimentos. A partir de agora você está preparado para avaliar seu portfólio de aplicações e obter melhores resultados.

Risco Sistemático

Na análise de risco este é aquele que influencia um grande número de ativos, em grau maior ou menor. Como estes são efeitos que possuem amplitude igual ao do mercado como um todo, são as vezes chamados de risco de mercado. Outro nome que pode ser encontrado é risco não diversificável. Mudanças no sistemas político, social e econômico e na taxa de juros são fontes de risco sistemático.

Risco Não Sistemático

É o que afeta um único ativo ou um grupo pequeno de ativos. Como estes riscos são específicos a empresas ou ativos individuais, são às vezes chamados de risco específico. As principais fontes do risco não sistemático são riscos financeiro, administrativo e setorial.

Risco x Retorno

Uma das coisas mais importantes que um investidor deve saber é que não existe retorno sem risco. Assim, quanto maior (menor) é o risco de um determinado investimento, maior (menor) é o retorno esperado.

analise de risco

Análise de Risco

É a probabilidade de o retorno efetivamente ocorrido em um investimento ser diferente do retorno previamente esperado por este investimento. A mais importante decisão de investimentos que você faz é escolher o nível de risco que você está disposto a correr. Você deve ficar confortável com as flutuações de curto prazo deste investimento.

O risco está associado ao grau de incerteza sobre o investimento no futuro. Quanto maior é o grau de incerteza, maior é o risco e o retorno esperado e vice-versa. Todo investidor deve escolher suas aplicações entre o menor risco possível e o maior retorno possível. Esta possibilidade de escolha está representada no gráfico abaixo:

O início da reta vermelha representa ativos que costumam ser chamados de Livres de Risco. Este tipo de ativo para uma taxa conhecida como taxa livre de risco é geralmente representado por títulos do governo, pois estes apresentam baixo risco de default (inadimplência). No Brasil costuma-se considerar a Selic ou o CDI como a taxa livre de risco.

Conforme caminhamos para a direita na reta vermelha, o grau de incerteza perante o retorno esperado aumenta, pois estaríamos investindo em ativos de maior risco como fundos de investimento, dólares, ações, derivativos, etc.

Após aprender como investir é importante que você saiba que nível de risco é o mais adequado a você. Uma regra geral é: caso você esteja tendo ataques de ansiedade sempre que seus investimentos se movem para cima ou para baixo, então provavelmente você deve considerar reduzir o risco a que está exposto.

Diversificação do Risco

A fim de reduzir o risco total, é melhor combinar ou adicionar, à carteira existente ativos que tenham uma correlação negativa com os ativos existentes. Ainda que os ativos não sejam negativamente correlacionados, quanto menor for a correlação positiva entre eles, menor será o risco resultante.

A combinação de ativos cuja correlação positiva é perfeita não reduzirá absolutamente o risco total da carteira abaixo daquele de menor risco. Assim, ao passo que a combinação de ativos com correlação negativa reduzirá o risco a um nível abaixo do que aquele relativo a qualquer um de seus ativos componentes.

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